Aprovado por unanimidade reajuste para policiais militares gaúchos
A Assembléia Legislativa do estado aprovou na tarde desta terça-feira o reajuste para os policias militares. O projeto foi acolhido por unanimidade pelos deputados.
Os índices de reajuste irão varia entre 7% e 12%. A aprovação ocorreu após vários meses de negociação entre a categoria e o Piratini.
A Casa aprovou também o aumento da contribuição previdenciária para a categoria. Com a medida, a categoria passa a contribuir com 11% dos seus rendimentos para a previdência estadual, valor que já é pago pelo servidores públicos civis. (Zero Hora)
Aleluia condena o esvaziamento da Chesf por uma decisão de Dilma
O Nordeste será vítima de mais uma violência do Governo Federal, desta vez contra a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf, ameaçada de transformar-se num departamento da Eletrobras para atender à política de concentração de poder levada a cabo pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, através de sua principal agente, a senhora Dilma Rousseff, do PT. A decisão de áulicos de Brasília atinge frontalmente os interesses da região, especialmente de uma das maiores produtora de energia elétrica do país.
A idéia de destituir a Chesf de poderes e incluí-la como uma simples agência da Eletrobras não é nova. Ganhou força quando a ministra Dilma inspirada - até pela sua formação nada democrática - em modelos arcaicos, como se o Muro de Berlim ainda estivesse de pé, pôs no comando do setor elétrico figuras para cumprir suas determinações sem contestação. Leia mais.
Serra ironiza problemas de Lula com TCU na inauguração do Rodoanel
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) ironizou hoje as obras do governo federal que foram consideradas suspeitas pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Serra inaugurou hoje o trecho sul do Rodoanel.
"Eu posso dizer que [o Rodoanel] foi uma obra aprovada inclusive antes da conclusão definitiva por todos os órgãos de controladoria do Brasil: Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual. Tendo ainda sido objeto de um termo de ajuste de conduta. É uma obra que foi feita direita", afirmou Serra, que deixa o governo nesta semana para disputar a Presidência.
Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) e reclamou das dificuldades para fazer obra no país. Lula e outros integrantes do governo já fizeram várias críticas à fiscalização do TCU --que emperraria obras.
"Não basta ter o dinheiro para fazer obra. A gente sabe disso. Aqui foi dada uma demonstração do nosso governo, da nossa competência para fazer acontecer", afirmou
"O problema que o Lula citou [para fazer obra] é real em São Paulo e no Brasil e isso valoriza ainda mais a realização que hoje damos à população." (Tatiana Santiago no Folha Online)
As contas do governo central (União, Previdência Social e Banco Central) registraram um déficit primário de R$ 1,09 bilhão em fevereiro deste ano. Segundo informações divulgadas nesta terça (30) pela Secretaria do Tesouro Nacional, o resultado negativo foi contabilizado após um forte superávit de R$ 13,9 bilhões, valor registrado em janeiro deste ano. Esse também é o segundo ano consecutivo no qual as contas do governo ficam no vermelho. Em fevereiro de 2009, devido a crise financeira internacional, ocorreu um déficit primário de R$ 1,11 bilhão. (Cláudio Humberto)
Ciro lança site para tentar ficar na disputa presidencial
Em meio à expectativa de o PSB confirmar ou não sua candidatura, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) lançou nesta terça-feira [30] um novo site para mostrar que ainda está disposto a entrar na disputa pela sucessão presidencial. Aos internautas, Ciro afirma que pretende discutir propostas "que podem fazer diferença para o futuro do país".
"Quero fazer desse espaço um espaço de amor ao Brasil e politizar o debate eleitoral, discutir valores, ideias e propostas que podem fazer a diferença para a vida do futuro do país. Daí vem a minha vontade de participar dessa discussão, por meio desse site, que é do deputado, mas também como um brasileiro democrata e militante político', afirma na página. (Márcio Falcão no Folha Online) Leia mais. Aqui o site do Ciro.
Em tempo:O site do Ciro estava sendo acessado normalmente, mas desde às 18:00, quando acessado aparece a informação: "O Internet Explorer não pode exibir a página da Web"
Antes de iniciar seu discurso no palanque montado para a inauguração simbólica do trecho sul do Rodoanel, o governado de São Paulo e presidenciável tucano, José Serra (PSDB), foi vaiado por um grupo de professores da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), ligado ao PT.
Visivelmente incomodado, o tucano passou a falar mais alto e o volume das caixas de som foi elevado. Com apitos e cartazes, os professores diziam que queriam negociar. Em contrapartida, Serra disse que no local não teria campanha antecipada.
"Aqui não queremos campanha antecipada, nem de um lado nem do outro. Se o outro faz, a gente faz um esforço para ficar quieto, não tem campanha antecipada de ninguém." (Texto de Tatiana Santiago do Folha Online)
MPF pede para Sarney devolver salários recebidos acima do teto
O Ministério Público Federal no Distrito Federal ajuizou uma ação civil pública na Justiça pedindo para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), devolver os recursos recebidos acima do teto constitucional.
Reportagem da Folha publicada em agosto do ano passado revelou que Sarney recebia acima do teto. É que além do salário de senador, Sarney acumulava duas aposentadorias --como ex-governador do Maranhão e como ex-servidor do Tribunal de Justiça do Estado.
Na época, quando o teto era de R$ 24.500, a remuneração de Sarney totalizava R$ 52 mil. Hoje, o teto constitucional está em R$ 26.723,13 --equivalente ao subsídio mensal dos ministros do Supremo Tribunal Federal, hoje fixado em R$ 26.723,13. Leia mais no Folha Online.
Vamos dar todo apoio e fortalecer ao máximo - com a participação de quem puder comparecer - a passeata que 40 sindicatos e associações do funcionalismo público estadual realizam na capital, no "bota fora" do governador José Serra, que deixa o governo amanhã para ser o candidato da oposição à presidência da República pela coligação PSDB-DEM-PPS.
A concentração para o público é no vão livre do MASP, na avenida Paulista, à tarde, de onde sai a passeata até a Praça do Patriarca, no centro antigo de São Paulo. É preciso dar uma "despedida" à altura do que merece um governador que não deixa saudades. (Extraído do Blog do Zé Dirceu)
Em tempo:Esse é o verdadeiro Zé. Para ele vale tudo, inclusive usar os sindicatos para fazer política eleitoral.
A pré-candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva, criticou nesta terça-feira (30) o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em entrevista coletiva, no Recife, por considerá-lo "não um programa, mas uma colagem de obras". "O PAC é uma gerência de uma colagem de um conjunto de obras", mesmo que algumas delas sejam importantes e necessárias. "O que temos ali é um gerenciamento dessas obras, para ver como estão os recursos, para ver como está o licenciamento, o projeto de viabilidade econômica e técnica."
"Minha crítica ao PAC é que ele precisa se transformar em um programa." E um programa voltado para a infraestrutura, segundo ela, terá de ser algo mais abrangente, com coerência interna e externa, em que se pensa a necessidade da infraestrutura para o País de acordo com a dinâmica de crescimento que o Brasil terá para os próximos 5, 20, 30 anos. Leia mais no Portal G 1.
Confesso aos leitores que não agüento mais essa mixórdia em que se tornou a política brasileira.
Por dever de ofício e para trazer novidades aos navegantes desse sítio, percorro a mídia de todo o país diariamente pela madrugada.
Tento diferenciar esse sítio dos demais, que fixam o noticiário nos grandes jornais do eixo Rio/São Paulo/Brasília.
Aqui você tem notícias de todo o país, principalmente das eleições 2010.
Veja que no Mato Grosso, por exemplo, a senadora Serys Marly, que naturalmente seria candidata à reeleição, trava um briga de foice no escuro com o deputado federal Carlos Abicalil (PT) para ter direito o direito de tentar se reeleger.
Outro, exemplo, vem do Amazonas onde uma parte do PT quer apoiar o ministro Alfredo Nascimento, candidato do PR ao governo e outra banda quer se coligar a chapa do vice-governador Omar Aziz (PMN).
Mas, o que mais me intriga é a postura do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB Eduardo Campos.
Dudu, como é chamado pelos íntimos, está passando para o país a imagem de um mero capacho do presidente Lula.
Nesta terça-feira (30), vários analistas da cena política nacional dizem que a hora que Lula mandar, Eduardo irá mandar Ciro Gomes e sua pré-candidatura a presidência da República para o pasto.
Com certeza, lá no céu o avô de Eduardo, Miguel Arraes, não deve estar gostando da atitude de subserviência do governador à Lula, narrada pela imprensa, em determinadas análises, com riqueza de detalhes.
Arraes gostava de Lula e o apoiou sempre que as condições eram favoráveis ao PSB, mas não tergiversava quando falava mais alto os objetivos da legenda, como em 2002, quando lançou à candidatura de Garotinho a presidência da República com o objetivo da sigla ultrapassar a barreira de votos imposta pela lei eleitoral.
Aliás, Lula deve ter cancelado à visita a Transnordestina por sentir vergonha de não ter em dois mandatos transformado um sonho de Arraes em realidade.
Segundo a jornalista Marisa Gibson, do Diário de Pernambuco, “em 1989, num comício no Crato, durante a campanha presidencial, o candidato Lula ouviu do então governador de Pernambuco, Miguel Arraes, o pedido para que se ele fosse eleito presidente da República construísse a Transnordestina, projeto que se arrastava há décadas. Lula só foi eleito presidente em 2003 e, passados 21 anos daquele comício em Crato, a Transnordestina continua sem nenhum trem nos trilhos, ou melhor, quase sem trilhos. E, Lula, depois de oito anos, vai deixar o governo sem inaugurar nenhum trecho da ferrovia, que já consumiu muito dinheiro público”.
Voltando a vaca fria, a candidatura de Ciro pode não ser boa para Lula, o PT e Dilma, mas é para o PSB, que pretende ampliar sua bancada parlamentar no Congresso Nacional.
Convivi com Arraes e Eduardo, durante a campanha eleitoral de 1994. Posso assegurar que existe muito exagero em relação à suposta subserviência de Dudu a Lula, pois ele é Arraes, esculpido e encarnado.
Portanto, acho pouco provável que a candidatura de Ciro seja dispensada tão facilmente como pregam.
Ciro, que vem sendo tachado de trouxa por alguns analistas sob o argumento de ter sido enganado por Lula, não tem o perfil de entrar no jogo para ser substituído sem mais nem menos.
Só agora, quase cinco meses depois do apagão que atingiu ao menos 1.800 cidades em 18 Estados do país, surge uma explicação oficial satisfatória para o corte abrupto e generalizado de energia no final de 2009. Segundo relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica, divulgado na semana passada, a responsabilidade recai sobre a empresa estatal Furnas, cujas linhas de transmissão cruzam os mais de 900 km que separam Itaipu de São Paulo. Equipamentos obsoletos, falta de manutenção e de investimentos, além de erros operacionais conspiraram para produzir a mais séria falha do sistema de geração e distribuição de energia do país desde o traumático racionamento de 2001. Técnicos da Aneel já haviam constatado, em julho de 2009, problemas nos "sistemas de proteção das instalações de transmissão" de Furnas. Foi em seguida conferido à empresa um prazo de mais de dois meses para que se procedessem aos ajustes e investimentos necessários -de maneira específica, nas subestações de Ivaiporã (PR) e Itaberá (SP), onde o blecaute teve origem. Como nenhuma medida foi tomada, o sistema ficou "sujeito a risco de novos desligamentos". Em novembro, a crise anunciada aconteceu. Temeroso do possível desgaste eleitoral que a falha poderia acarretar para a candidata petista Dilma Rousseff, a gestora do sistema de energia do país, o governo lançou uma nuvem de fumaça sobre o episódio. O ministro Edison Lobão logo tratou de atribuir a um temporal em Itaberá um curto-circuito nas linhas de transmissão. Além de proteger Dilma, ao governo não interessava jogar luz sobre um setor da administração estatal entregue à esfera de influência do PMDB, sigla que se tornou uma espécie de modelo de fisiologia na política. O relatório da agência não deixa dúvida sobre a responsabilidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva no apagão. O que houve, em resumo, foi falta de acompanhamento do sistema e de investimentos por parte do Estado.
E o Maranhão, hein? Feudo da família Sarney, ora governado (mais uma vez) por Roseana Sarney, filha de José Sarney e irmã do outro Sarney que teve conta milionária denunciada internacionalmente, o estado está uma lástima. Até anteontem, 17 crianças já haviam morrido na cidade de Imperatriz porque o hospital local se recusa a cumprir determinações judiciais e não oferece leitos de UTI. E o secretário de Saúde do Estado [Ricardo Murad, cunhado de Roseana], instado a responder a respeito de ação movida pelo Ministério Público em relação ao caso, fez questão de dizer que irá tomar providências (sic) “não por causa do MP, mas por causa do povo”. A arrogância clássica de quem se acha acima das leis. Essa moda tá pegando! (Tribuna da Bahia)
A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, lançada ontem pelo governo Lula, está inflada com ações listadas no primeiro PAC. Dos 913 projetos da nova etapa do programa (pós-2011) para as áreas de energia, transportes e recursos hídricos, 64% são oriundos da primeira fase, lançada em 2007 e usada pelos petistas como vitrine da pré-candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff. Os dados foram extraídos do caderno sobre a segunda versão do programa divulgado ontem pelo governo. Recheado com legendas e mapas coloridos, o documento aponta em vermelho as obras da primeira versão do PAC (465); em azul, os projetos exclusivos da nova versão (332); e, na cor rosa, as obras lançadas na primeira etapa, mas com previsão inicial de conclusão após 2010 (116). O caderno revela que o PAC 2 tem, como previsão para as áreas de energia, transportes e recursos hídricos, apenas 36% de ações não citadas no PAC 1. O primeiro PAC (2007-2010) previu investimentos de R$ 638 bilhões até o final deste ano. Segundo o governo, até dezembro do ano passado, 40,3% das ações foram concluídas. (Eduardo Scolese, Leila Coimbra e Simone Iglesias na Folha de S.Paulo) Leia mais.
A disputa interna no PT produziu novo embate neste fim de semana, entre grupos da senadora Serys Marly e do deputado federal Carlos Abicalil, que brigam pelo direito de concorrer ao Senado. No sábado à tarde, o diretório municipal, controlado por Serys, realizou um encontro que deliberou pelo apoio à reeleição da senadora. Mas os 20 delegados ligados a Abicalil abandonaram o local antes do início das discussões, e protocolaram documento no diretório estadual, presidido pelo deputado, a fim de anular qualquer decisão tomada pela executiva municipal.
A confusão começou porque o horário para as inscrições era até às 15 horas. Como não houve quórum, a executiva municipal resolveu ampliar o horário de inscrições, o que contrariou os delegados da tendência ligada a Abicalil, que reclamou da falta de respeito ao regulamento. O presidente municipal do PT, Vilson Aguiar, disse que o encontro resultou em uma decisão, que deve ser respeitada. Mas o vice-presidente, professor Ednilson, ligado a Abicalil, nega. "Não houve quórum e, mesmo que houvesse, o encontro não tem caráter deliberativo".
Caso não entrem em consenso, Serys e Abicalil vão disputar as prévias do partido, marcadas para dia 18 de abril, quando os filiados vão dizer quem será o candidato ao Senado. Os diretórios municipais são contra a consulta e clamam por um acordo. Conforme Carlos Abicalil, o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, pediu que eles realizem uma nova rodada de negociações, até esta quarta-feira (31). (Mariane de Oliveira em A Gazeta)
Candidato reclama que o assédio é para "minar"
O empresario Mauro Mendes criticou adversários que têm assediado partidos aliados na tentativa de minar a união do movimento "Mato Grosso Muito Mais". Apesar dele não ter citado nomes, a crítica soou como um recado indireto ao vice-governador Silval Barbosa (PMDB), que insiste em ter apoio do PDT.
Mauro chegou a classificar como interferência a atitude que concorrentes ao governo têm adotado. "Eu respeito os partidos. Nunca fui a Brasília pedir interferência nesse ou naquele partido. Conversei respeitando sempre os diretórios e suas lideranças regionais". Coincidência ou não, Silval se reuniu há alguns dias com o presidente nacional do PDT, ministro Carlos Lupi (Trabalho).
O empresário e pré-candidato do PSB lembra que teve há alguns dias uma reunião com representantes do PDT, PV e PPS em Brasília onde pediu apoio, mas rechaçou qualquer pedido de intervenção. Questionado sobre a possibilidade perder os apoiadores, ele descartou renunciar à pré-candidaura mesmo dizendo estar ciente de que vai enfrentar a máquina pública. (Téo Meneses em A Gazeta)
Pouco menos de quatro meses após sua primeira visita a Pernambuco como pré-candidata à Presidência da República, a senadora Marina Silva (PV/AC) volta ao Estado, hoje, para cumprir uma extensa agenda com empresários, estudantes e lideranças de sua legenda. Com o anúncio do cancelamento da vinda, também hoje, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da ministra-presidenciável Dilma Rousseff (PT/Casa Civil) - que visitariam as obras da Ferrovia Transnordestina, em Salgueiro - a verde concentrará todas as atenções durante seus três dias de estadia em terras pernambucanas.
Ela desembarca por volta das 10h, no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, e segue direto para a Federação das Industrias do Estado Pernambuco (Fiepe), no bairro de Santo Amaro. Lá, a verde concede entrevista coletiva à Imprensa às 11h45 e, pouco depois, almoça com presidentes de empresas e indústrias pernambucanas aos quais fará uma palestra sobre sustentabilidade. À noite, a presidenciável se encontra com alunos e professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no centro de administração da instituição de ensino. Na pauta, o mesmo tema. (Gilberto Prazeres na Folha de Pernambuco) Leia mais.
O PT mineiro vai pedir mais tempo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir o nome do candidato ao governo de Minas, que será escolhido entre o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel. Animados com uma pesquisa encomendada ao Instituto Sensus, os petistas decidiram desmarcar um jantar agendado para hoje em Brasília entre os dois pré-candidatos, quando seria batido o martelo. Patrus deve deixar o ministério amanhã, assim como o pré-candidato a governador pelo PMDB, o ministro das Comunicações, Hélio Costa. Lula pretende empossar amanhã os novos ministros no lugar dos titulares que pretendem se candidatar.
O presidente estadual do PT, deputado federal Reginaldo Lopes, vai entregar amanhã ao presidente nacional do partido, José Eduardo Dutra, e ao chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, um manifesto em defesa da candidatura própria, assinado por deputados, prefeitos e vice-prefeitos mineiros. (Patrícia Aranha no Estado de Minas) Leia mais.
PT acha que Wellington pode voltar atrás e sair candidato
Segundo informações do líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado João de Deus Sousa, o presidente Lula, em conversa com Wellington e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, exigiu a candidatura do governador ao Senado. João de Deus disse que o presidente não abre mão da candidatura de Wellington e está convencendo o governador a voltar atrás da decisão de permanecer no cargo e ser candidato. "Lula entende que o Piauí tem a mesma importância perante o Senado, que Estado como São Paulo e quer contar com o apoio de políticos como o governador Wellington", justificou o deputado, alegando ainda que Lula disse que não poderia dispensar apoio de políticos como Wellington Dias. O deputado lembrou que em política nunca pode se dizer dessa água não beberei. "É difícil que ele volte atrás depois de ter anunciado na imprensa que ficaria no governo. Entretanto, tudo é uma questão de esperar ele voltar e tomarmos conhecimento da conversa, das impressões dele sobre o assunto e também vamos dizer o que pensamos", enfatizou o deputado. (Luciano Coelho no Diário do Povo) Leia mais.
Carta da Igreja Católica do Amapá repercute entre leitores
O comentário se refere a carta da Igreja Católica do Amapá contra a corrupção e a impunidade naquele estado. Foi postado por Dulcivânia Freitas no Blog Notícias Daqui, de Macapá.
"Taí, sempre senti falta de um posicionamento mais direto da igreja católica da região Norte com relação à corrupção institucionalizada. Confesso que fiquei surpresa, feliz e orgulhosa de ser católica. Cresci num ambiente católico (Nordeste), de resistência a compadrios, favoritismos, roubalheiras, onde a diocese da minha cidade trabalhava bem o legado do progressista Dom Helder Câmara e o bispo de Guarabira sempre bradava na missa contra os corruptos. Cresci vendo e assimilando isso. Religião envolve subjetividade,ritual,mística e tambem vida terrena, a vida que queremos digna pra todos, pra crianças crescerem com dignidade tendo escola de boa qualidade, vida para os adultos terem oportunidades iguais de profissionalização, de atendimento bom na saúde..é isso que o povo de Deus merece e precisa, entre outros serviços que seriam maravilhosos no Amapá se não fosse tanta roubalheira, incompetência, omissão, desumanidade e impunidade. Parabéns, Conselho Diocesano de Macapá pela coragem de assumir posição numa terra onde ser “neutro” significa hoje ser cúmplice do aprofundamento da miséria social do Estado."
Roberto Góes diz que não é candidato e apoiará Amanajás ao governo
Após PDT especular sobre a permanência do governador Waldez Góes no cargo e sobre a candidatura do prefeito de Macapá ao governo, ontem Roberto Góes (PDT), recebeu imprensa no Palácio Laurindo Banha, para anunciar que não é candidato a sucessão governamental e que mantém o apoio a candidatura do presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Amanajás (PSDB), ao Governo do Estado. Na última sexta-feira (26), lideranças pedetistas disseram que o prefeito tinha aceitado concorrer a sucessão e que o governador Waldez Góes permaneceria no cargo para apoiar a candidatura. Durante o Fórum de Prefeitos realizado em Macapá, o prefeito recebeu inclusive o apoio da maioria dos gestores. Ontem Roberto afirmou que decidiu não concorrer nas eleições desse ano e que, independente da posição do PDT vai manter o compromisso com o deputado Jorge Amanajás. “Minha decisão é pessoal e não representa a posição do meu partido. Pelo compromisso que tenho com o deputado Jorge só não o apoiarei se ele decidir fazer aliança com o PSB”, disse o prefeito. Quanto a posição do PDT, ele afirmou que o partido ainda vai decidir se lançará candidatura própria ou se apoiará um dos nomes da base aliada ao governo. A decisão do PDT poderá ser anunciada hoje no encontro estadual do partido que acontece na sede da Aerc. De concreto será anunciado a posição do governador sobre permanecer no mandato ou renunciar para disputar uma das duas vagas ao senado. (A Gazeta)
Motoristas brasileiros presos pela polícia da Venezuela
Empresários do ramo de transporte rodoviário internacional ameaçam fechar hoje (30) a fronteira do Brasil com a Venezuela como forma de protestar contra a prisão de oito motoristas brasileiros naquele país. A acusação é de contrabando. Ontem foram presos mais dois motoristas.
Quinze motoristas foram detidos na última sexta-feira, 26, em San Francisco del Yuruani, na região da Gran Savana, a 70 quilômetros de Santa Elena de Uairén, pela polícia estadual venezuelana.
A carga, estimada em mais de R$ 2 milhões, foi apreendida e ficou abandonada à margem da rodovia, próximo a um matagal, enquanto os motoristas foram levados na carroceria de caminhonetes a Santa Elena de Uairén.
Os caminhões estão carregados de calcário e cimento para abastecer o mercado roraimense; telhas, para os comércios de Pernambuco e São Paulo; carvão mineral, para Minas Gerais e Amazonas; e alumínio também para o Amazonas. Os produtos eram provenientes das cidades de Aritagua, Puerto Ordaz e Puerto La Cruz. (Andrezza Trajano na Folha de Boa Vista) Leia mais.
Requião pede que MPF investigue projeto de construção de ferrovia
O governador Roberto Requião entrou com representação no Ministério Público Federal (MPF) nesta segunda-feira (29) para que o órgão investigue o projeto de construção de um ramal ferroviário entre Guarapuava, na região Central do Paraná, e Ipiranga. Requião acusou Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, e Bernardo Figueiredo, então assessor da Casa Civil em 2007 e atualmente é diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), de terem tentado superfaturar a obra.
Requião disse que, inicialmente, a obra tinha sido orçada em 220 milhões e depois de um ano a obra tinha sido orçada em R$ 540 milhões. “Queremos descobrir por que uma obra, em tão pouco tempo, subiu tanto de preço”, afirmou o advogado do governador, Leônidas Chaves Filho, em entrevista à Agência Estadual de Notícias, órgão oficial de comunicação do governo do estado. (Fernanda Leitóles na Gazeta do Povo) Leia mais.
O governador Roberto Requião (PMDB) formalizou junto à Assembleia Legislativa (AL) a renúncia ao cargo, a partir de quinta-feira, 1 de abril. O ofício foi entregue ontem ao presidente da AL, Nelson Justus (DEM), pelo secretário da Casa Civil, Rafael Iatauro.
Embora o prazo legal para a desincompatibilização vença dia 3, Iatauro explicou que o pedido foi antecipado devido aos feriados da Páscoa, período em que estará suspensa a circulação do Diário Oficial do Estado, onde a renúncia deve ser publicada.
A transmissão do cargo e a concretização da renúncia serão feitos na quinta-feira, às 18 horas, quando o vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) prestará juramento e será empossado em solenidade na AL. Em seguida, Requião transmite o cargo a Pessuti, no Palácio das Araucárias. (Elizabete Castro em O Estado do Paraná) Leia mais.
Beto renuncia e começa campanha para o governo
O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), renuncia o cargo hoje, às 10h em cerimônia na Câmara Municipal para se desincompatibilizar para a disputa das eleições de outubro para o governo do Estado.
Cumprindo um ano e três meses do seu segundo mandato de quatro anos, Beto deixa a prefeitura para seu vice, Luciano Ducci (PSB), que, para assumir a administração municipal, deixa de acumular a Secretaria Municipal de Saúde, passando a pasta para Eliane Chomatas.
“Tenho a consciência do dever cumprido e estou certo de que o doutor Luciano Ducci, com entusiasmo e competência, dará prosseguimento às políticas que juntos conduzimos até aqui”, disse Beto ontem, em coletiva para anunciar a renúncia e fazer balanço de sua administração. “Sair da prefeitura foi uma decisão difícil. Seria mais fácil me acomodar nos mais de 80% de aprovação popular conferidos à nossa gestão”, disse. (Roger Pereira em O Estado do Paraná) Leia mais.
O Partido Socialismo e Liberdade (PSol) decidiu que disputará a eleição de outubro com uma chapa forte para deputado estadual e federal, apresentando nomes como o do senador José Nery, o ex-prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, a ex-deputada Araceli Lemos e o militante santareno Márcio Pinto.
Outra decisão tomada foi disputar o governo do Estado com o ex-diretor da CTBel, Fernando Carneiro. A chapa dos socialistas será completa para todos os cargos, incluindo a Presidência da República e as duas vagas ao Senado. As pré-candidaturas, porém, ainda terão de passar pelo crivo da convenção partidária, cuja data a direção estadual do PSol ainda não definiu.
Os 140 delegados do partido, escolhidos em plenárias municipais durante todo o mês de março, estiveram reunidos no auditório da Faculdade de Medicina da UFPA, onde elegeram a delegação paraense que vai participar da escolha do candidato psolista à Presidência da República na Conferência Eleitoral Nacional, nos dias 10 e 11 de abril, no Rio de Janeiro. Três nomes estão na disputa: o goiano Martiniano Cavalcante, o paulista Plínio de Arruda Sampaio e o paraense João Batista Araújo, o Babá. (Diário do Pará) Leia mais.
Um trilhão em promessas e poucas certezas no PAC 2
Numa solenidade que custou R$ 170 mil aos cofres públicos, o governo juntou ontem 30 ministros, 18 governadores e centenas de prefeitos para apresentar ao país a segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Na prática, como deixaram claros os discursos, o novo PAC é uma plataforma de promessas eleitorais da candidata do PT à sucessão presidencial, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
O grosso das promessas – casas, transporte, postos de saúde, água e luz, saneamento, creches, quadras poliesportivas, praças públicas e postos de polícia – foi dirigido ao eleitor da periferia das regiões metropolitanas, onde estão concentrados os grandes colégios eleitorais.
A indefinição sobre os projetos e investimentos ficou tão evidente que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o conjunto do PAC 2 de uma “prateleira de projetos” para o futuro governo. Na página 31 do relatório do PAC 2, o governo admite que “os investimentos em habitação e saneamento, mobilidade urbana, pavimentação e equipamentos sociais e urbanos serão definidos entre abril e junho a partir do diálogo com estados e municípios”. (Jornal de Santa Catarina) Leia mais.
Flaviano diz que se reunirá com direção nacional do PSDB
O deputado federal Flaviano Melo negou ontem que tenha disposição de negociar candidaturas do partido com o PSDB e demais partidos da oposição, abrindo mão da candidatura ao governo de Rodrigo Pinto. Ele disse também que o diálogo que o partido vem negociando há tempos com o PPS e que as conversas continuam.
O PMDB formalizou em fevereiro a candidatura de Rodrigo Pinto ao governo e duas candidaturas ao Senado - a do atual senador Geraldinho Mesquita e a do ex-deputado João Correia. Segundo Flaviano Melo, não existe nenhuma possibilidade de o partido abrir mão de seus candidatos, e como o PSDB também se recusa, a coligação está inviabilizada.
Mas o deputado federal manterá o diálogo com o diretório nacional do PSDB, pois foi convidado para uma reunião esta semana em Brasília com a senadora Marisa Serrano, vice-presidente nacional da sigla, e o secretário-geral do partido, deputado Rodrigo Castro, para tratar de uma eventual aliança no Estado. (Charlene Carvalho no Página 20)
Em meio a pequenas desavenças, rumores de tensionamento interno e até ameaça de retirada de um banner do PPS por suplentes da executiva regional, dirigentes regionais do PSDB, PMN, DEM, PPS, PSL, PSC e PT do B formalizaram ontem os nomes de Tião Bocalom e Sérgio Petecão como candidatos ao governo do Estado e ao Senado, respectivamente, nas eleições gerais de outubro.
O ex-deputado federal Sérgio Barros abriu mão de sua pré-candidatura ao Senado em nome da unidade da oposição. Outro que abriu mão da disputa foi Fernando Lage, candidato do DEM à mesma vaga e que foi confirmado como primeiro-suplente de Petecão. (Charlene Carvalho no Página 20) Leia mais.
Assim como fez Tarso Genro (PT) em 2002, o prefeito José Fogaça (PMDB) renunciou ao mandato ontem depois de ter prometido na campanha que ficaria até o fim. Fogaça só não usou a palavra “peremptoriamente”, como fez Tarso, mas os dois mentiram para os eleitores.
Na campanha, nenhum poderá acusar o outro de ter engambelado os eleitores, porque fizeram o mesmo. Somados os dois mandatos, cada um ficou na prefeitura cinco anos e três meses. A única diferença é que Tarso teve um intervalo de quatro anos entre um mandato e outro, porque no seu tempo não havia reeleição, mas fez o sucessor (Raul Pont). Fogaça foi reeleito em 2008. (Zero Hora)
No dia em que apresentou sua renúncia à Câmara de Vereadores, o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), foi duramente criticado pela oposição. O episódio terminou em bate-boca no plenário.
Parlamentares do PT condenaram a decisão de Fogaça, que deixa a prefeitura nas mãos do vice, José Fortunati (PDT), para concorrer ao governo do Estado – dois anos atrás, o peemedebista havia prometido cumprir o mandato até o fim. O detalhe é que o petista Tarso Genro, novamente candidato ao Piratini, teve postura semelhante em 2002. Na época, renunciou ao Paço Municipal após garantir, “de maneira peremptória”, que seria prefeito por quatro anos.
– Fogaça mentiu para a população de Porto Alegre. Disse que não renunciaria, e aí está a primeira grande falha de um político que prega transparência em sua gestão – atacou o vereador Aldacir Oliboni (PT).
– Isso é uma jogada ensaiada (da oposição). Todo esse terror estabelecido aqui é um indício de que a candidatura (de Fogaça) já nasce fortalecida – rebateu Reginaldo Pujol (DEM). (Zero Hora) Leia mais.
Embora a propaganda eleitoral só seja autorizada a partir de 6 de julho, dois palanques foram montados ontem para o anúncio de obras dos governos federal e estadual.
Se o lançamento da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) em Brasília serviu de vitrine para a candidata do PT à Presidência, a ministra Dilma Rousseff, no Estado a governadora Yeda Crusius fez o anúncio de investimentos no antigo terreno da Ford, em Guaíba.
Ambas foram aplaudidas de pé e cobertas de afagos. A ministra foi prestigiada por 18 governadores durante o anúncio de R$ 1,59 trilhão em obras. Emocionada, chorou ao comparar os governos Lula e FH e afirmou que o petista “reconstruiu” o Brasil.
O mesmo clima eleitoral marcou a solenidade em Guaíba. Para festejar o investimento privado de cerca de R$ 600 milhões, o governo plantou cinco grandes cartazes pela BR-116 destacando a geração de 2 mil vagas até 2015. Uma tenda com mais de 300 cadeiras foi montada para abrigar os participantes. Yeda foi aplaudida por seis vezes, especialmente quando disse que o Estado teria “mais governadoras”. (Fábio Schaffner, Letícia Duarte e Marta Sfredo no Zero Hora) Leia mais.
Lula lança plano para além de 2014, a 9 meses de sair
A nove meses de deixar o cargo, o presidente Lula lançou a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), que prevê investimentos de R$ 1,5 trilhão - R$ 958,9 bilhões até 2014 e R$ 631,6 bilhões depois. O ato foi o último, na Casa Civil, da ministra Dilma Rousseff, que sai do governo amanhã para disputar o Planalto. Mais da metade do PAC-1 não foi concluída, e os atrasos se acumulam. Com foco na área social, o PAC-2 prevê investimentos mais altos em energia e transportes, as mesmas prioridades do governo Juscelino Kubitschek, há 50 anos. Diante de uma plateia lotada de aliados, Dilma discursou em clima de palanque e chorou: "Este é o Brasil que o senhor, presidente Lula, recuperou e construiu para todos nós. E que os brasileiros não deixarão mais escapar de suas mãos."
Mulheres-bomba matam 38 no metrô de Moscou
Em ataques coordenados, duas mulheres-bomba mataram pelo menos 38 pessoas em duas estações de metrô no centro de Moscou. Houve mais de 60 feridos. Foi o maior atentado deste ano na Europa e o pior na capital russa em seis anos. Autoridades atribuíram os ataques a rebeldes separatistas da região do Cáucaso do Norte, que para a Rússia têm apoio da rede terrorista Al Qaeda. Até a conclusão desta edição, eles não haviam assumido a autoria. O primeiro explosivo foi detonado às 8h (1h no horário de Brasília), na estação Lubianka, abaixo dos prédios do serviço secreto federal, sucessor da KGB soviética. A segunda explosão foi na estação Parque Kulturi, cerca de 45 minutos depois. O metrô de Moscou recebe, em média, 7 milhões de passageiros em um dia útil e é o segundo mais movimentado do mundo, atrás apenas do de Tóquio.
Atentado no metrô de Moscou mata 38
Um duplo atentado suicida matou ontem ao menos 38 pessoas no metrô de Moscou. O ataque foi cometido por duas mulheres com cinturões explosivos. Ninguém assumiu a autoria, mas as autoridades russas acusam os rebeldes separatistas islâmicos da Chechênia. O número de mortos faz desse atentado o mais mortífero em Moscou desde fevereiro de 2004, quando 39 pessoas morreram em um ataque também ao metrô. O premiê Vladimir Putin e o presidente Dmitri Medvedev prometeram “destruir” os responsáveis. Para analistas, os ataques têm a marca das “viúvas negras”, mulheres que perderam maridos na repressão de Moscou na região separatista.
PAC 2: obras terão R$ 958 bi
A fase 2 do PAC, lançada ontem, prevê investimentos de R$ 958 bilhões até 2014. Do total, o setor de energia ficou com o maior quinhão, R$ 465 bilhões, mas a infraestrutura urbana (saneamento e estradas) também será prioridade. A festa política marcou a despedida da ministra Dilma Rousseff do cargo. "O PAC 2 é herança bendita que vamos deixar para quem venha suceder nosso governo", afirmou a pré-candidata do PT.
Programa de Aceleração da Candidata de Lula
A dois dias de deixar o governo, Dilma Rousseff recebeu um notório impulso do presidente Lula: o lançamento da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). O plano prevê quase um trilhão de reais em investimentos entre 2011 e 2014, mas é pouco mais do que uma carta de intenções. Os 10 mil projetos anunciados precisam de detalhamento, e o ritmo de execução das obras está lento. Estrela da festa, Dilma alternou justificativas técnicas com tiradas bem-humoradas. E, com voz embargada, disse que os brasileiros “não deixarão escapar de suas mãos” o país construído por Lula.
Meta do PAC 2 derruba ações de construtoras
O programa Minha Casa, Minha Vida 2, anunciado ontem pelo governo federal no âmbito do PAC 2, desagradou ao mercado. As ações de construtoras figuraram entre as maiores quedas da Bolsa de São Paulo e deram o tom negativo num dia em que o Índice Bovespa subiu 1,83%. Caíram os papéis de PDG - menos 4,65%, maior queda do Ibovespa -, Gafisa, MRV, Cyrela e Rossi. O mercado esperava que a segunda edição do programa trouxesse mudanças no modelo de liberação dos recursos por parte da Caixa Econômica Federal e metas mais ambiciosas. O objetivo de construir 2 milhões de unidades ficou abaixo da expectativa - as construtoras esperavam até 3 milhões. Além disso, 60% do total das novas unidades serão direcionados às famílias com renda de até três salários mínimos, sendo que na primeira versão do pacote essa fatia era de 40%.
Operação-padrão na PM
Após rodada frustrada de negociação com o governo, policiais prometem restringir saídas de carros dos quartéis e patrulhas a pé. Estado diz que não tem como mudar proposta que dá aumento de R$ 1.200 para R$ 1.881 aos soldados.
Mercedes fabricará caminhões, ônibus e vans em Minas
Além da montadora, Juiz de Fora receberá investimento de mineradora multinacional, num total de R$ 9 bilhões. Serão abertos 5.600 empregos.
Anúncios de Lula e de Yeda turbinam a disputa eleitoral
Dilma e Yeda surfam em onda de anúncios. Embora a propaganda eleitoral só seja autorizada a partir de 6 de julho, dois palanques foram montados ontem para o anúncio de obras dos governos federal e estadual.